Casal De Irmão Morrem Afogados Em Córrego Na Cidade De Marilac - TV Canal Dom Silvério

Casal De Irmão Morrem Afogados Em Córrego Na Cidade De Marilac

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Afogamento é a maior causa de mortes acidentais de crianças no Brasil, diz BBC.

O Corpo de Bombeiros de Governador Valadares foi acionado  nesta sexta-feira, 04 de janeiro de 2019, para atender uma ocorrência de afogamento que aconteceu no Córrego do Bananal, zona rural de Marilac.

Testemunhas relataram que cinco (05) jovens estavam nadando no córrego, quando os irmão Ricardo e Juliana se afogaram.

O Corpo de Bombeiros compareceu no local e com exito conseguiram localizar os corpos do casal de irmãos.

As vítimas de afogamento foram levados para o IML (Instituto Médico Legal) de Governador Valadares.

SAIBA COMO EVITAR:

Seja qual for o ambiente do afogamento, uma piscina, um rio ou uma represa, existem etapas para ajudar uma pessoa que está em apuros na água. O primeiro passo é a prevenção: crianças na água ou próximas a ela precisam ser supervisionadas o tempo todo, sem descanso - e bem de perto. O responsável deve sempre ficar a um braço de distância, mesmo na presença do guarda-vidas.

"Água no umbigo, sinal de perigo". Mesmo nas piscinas infantis ou se a criança já sabe nadar, é preciso ficar atento. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), bastam 5 centímetros de água para um bebê se afogar na banheira, por exemplo. Em piscinas, verifique se existe ralo antissucção. Na praia, identifique onde está a corrente de retorno e não deixe a criança nadar nesse local. Na dúvida, fale com o salva-vidas.

Brincadeiras de prender a respiração embaixo da água devem ser permitidas apenas sob supervisão; deixar brinquedos dentro ou próximos à água pode servir de atrativo para as crianças.

Boias não são equipamentos de segurança e podem facilitar um afogamento; prefira o colete salva-vidas.

FIQUE ATENTO

A segunda recomendação para prevenir emergências é a atenção: é preciso definir claramente quem está vigiando a criança na água, sem distrações como, por exemplo, celulares ou bate-papo. Diferentemente do que os filmes e a ficção podem dar a entender, o afogamento é um processo silencioso e é bom atentar para os sinais visíveis: cabelos caindo no rosto ou os braços muito imóveis podem ser sinais de alerta.

"Uma pessoa que está se afogando não consegue respirar, muito menos gritar. Se ela levantar o braço, afunda naquele momento. O olho leigo enxerga uma pessoa brincando na água", diz o especialista. "São inúmeros casos em que uma criança está morrendo e ninguém percebe o que está acontecendo", diz Szpilman.

Em caso de emergência, o melhor caminho é chamar ajuda e ligar para o número de emergência 193. Dependendo da situação, outra recomendação é jogar à vítima uma boia ou outro objeto que flutue. É importante manter-se seguro, puxando a pessoa com um objeto, como, por exemplo, o cabo da peneira para piscina.

COMO SOCORRER

Caso a vítima não respire, é necessário fazer manobras de ressuscitação com rapidez.

"Se não houver respiração, é preciso fazer cinco ventilações (respirações) boca a boca. Se a vítima não responder, seja falando, tossindo ou vomitando, significa que o coração também pode estar parado. Aí você vai começar a fazer 30 compressões cardíacas, mantendo duas ventilações e 30 compressões até a ambulância chegar, ela voltar a respirar ou até a exaustão do seu braço", diz Szpilman.

O médico da Sobrasa não recomenda a chamada Manobra de Heimlich, muito popular há 20 anos, em se uma pessoa usa as mãos para fazer pressão sobre o diafragma, comprimindo os pulmões.

"Pode provocar vômito e a vítima acabava aspirando a água do vômito, piorando o quadro", afirma o especialista.

E DEPOIS DO SUSTO?

Após um episódio de afogamento, pais ou responsáveis precisam ficar atentos aos sinais de tosse, dificuldade respiratória ou vômito - podem ser complicações do quadro de saúde.

Na dúvida, o melhor é procurar o médico.


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