Leles não define extra para votar taxa mínima - TV Canal Dom Silvério

Leles não define extra para votar taxa mínima

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O projeto de lei 1.091/2019, que cria a taxa mínima de água em João Monlevade, corre o risco de não ser votado e naufragar de vez. A proposta não foi pautada na reunião de ontem à noite da Câmara Municipal – a última ordinária do ano – e o presidente Leles Pontes (Republicanos) ainda não definiu se convocará uma extraordinária. Oficialmente, os vereadores estão em recesso a partir de hoje.
“Vamos analisar, não decidi se faremos. A princípio, não tem reunião. Só vou convocar se ocorrer algo de excepcional”, disse Leles Pontes. Antes do início da reunião de ontem, ele havia informado ao Diário que estava inclinado a convocar uma extraordinária para amanhã ou segunda-feira (23).
Segundo Leles Pontes, havia a expectativa da Comissão de Finanças e Orçamento analisar o projeto hoje e apresentar um parecer. Isso possibilitaria que uma extraordinária fosse convocada, logo em seguida. Porém, o Diário apurou que a extraordinária só será convocada se a prefeita Simone Moreira (PSDB) conseguir os 10 votos necessários para aprovar seu projeto.
O quórum é de dois terços dos vereadores, mas a prefeita parece ter apenas nove votos. Além dos opositores Belmar Diniz (PT), Gentil Bicalho (PT), Thiago Titó (PDT), Carlos Roberto Lopes “Pastor Carlinhos” (MDB) e Guilherme Nasser (PSDB), o governista Djalma Bastos (PSD) também está contra o projeto e sequer aceita negociar.
Alguns vereadores disseram ao Diário, sob condição de anonimato, que interlocutores da prefeita estão tentando, a todo custo, convencer Djalma Bastos a mudar de voto. “O telefone dele não para de tocar, estão ligando pra ele o dia todo”, contou um dos vereadores. Djalma Bastos, porém, não comentou se recebeu ou não as ligações. 

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