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Joaquim Toledo, ex-presidente da Vale e outros 14 viram réus por Brumadinho

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O juiz da 2ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Brumadinho, Guilherme Pinho Ribeiro, acatou ontem denúncia criminal oferecida pelo Ministério Público (MP) referente ao rompimento da barragem 1 da mina Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019.
Foram denunciadas 16 pessoas — entre elas o então diretor-presidente da Vale, Fabio Schvartasman, diretores, gerentes, geólogos, engenheiros, consultores —, além da Vale e a Tüv Süd. Os denunciados são Silmar Magalhães Silva, Lúcio Flavo Gallon Cavalli, Joaquim Pedro de Toledo, que é de Itabira, Alexandre de Paula Campanha, Renzo Albieri Guimarães de Carvalho, Marilene Christina Oliveira Lopes de Assis Araújo, César Augusto Paulino Grandchamp, Cristina Heloíza da Silva Malheiros, Washington Pirete da Silva, Felipe Figueiredo Rocha, Chris-Peter Meier, Arsênio Negro Júnior, André Jum Yassuda, Makoto Namba e Marlísio Oliveira Cecílio Júnior, além de Fábio Schvartsman.
Eles foram denunciados, 270 vezes, por homicídio qualificado, crimes contra a fauna, crimes contra a flora e crime de poluição. A Vale e a Tüv Süv foram denunciadas por crimes ambientais. Segundo o MP, em 25 de janeiro de 2019, os denunciados mataram 270 pessoas, entre elas, funcionários da Vale e de empresas terceirizadas, moradores de Brumadinho e visitantes. 

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