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Sob pressão, indústria resiste a propostas de Bolsonaro para o setor de combustíveis

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Alertado por assessores para o fato de que o preço do gás e dos combustíveis afeta sua popularidade, o presidente Jair Bolsonaro passou a incluir o tema em suas falas públicas, entrevistas e postagens na internet. A avalanche de propostas, porém, causou desconforto no setor, que resiste a algumas delas. O presidente colocou o tema em seu radar após receber monitoramento informal de sua equipe nas redes sociais, que detectou aumento no número de publicações questionando as altas de preços, em especial da gasolina, que tem se mantido acima dos R$ 4 por litro na maior parte do país.
O tema passou a ser abordado por políticos da oposição e apoiadores, que circulam memes comparando os preços nos governos Dilma e Bolsonaro. Na semana passada, a deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) publicou em uma rede social uma espécie de pesquisa informal: “Quanto está a gasolina na sua cidade?”.
Diante de reações como essa, o presidente foi aconselhado a intensificar o discurso de que não tem autonomia para influenciar preços. Tem falado sobre isso com apoiadores que o esperam diariamente na porta do Palácio da Alvorada e, na sequência, reforça a mensagem aos jornalistas.
Há duas semanas, disse em entrevista que estava “fazendo papel de otário” ao baixar o preço da gasolina nas refinarias, já que o repasse não chegava aos consumidores, mesmo após quatro cortes de preços promovidos pela Petrobras. 

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