Facebook e Instagram reduzem velocidade na Europa para evitar congestionamento da internet - TV Canal Dom Silvério

Facebook e Instagram reduzem velocidade na Europa para evitar congestionamento da internet

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A velocidade dos vídeos do Facebook e Instagram na Europa será temporariamente reduzida para evitar um congestionamento da internet, devido ao aumento do acesso em plena epidemia do novo coronavírus.
O anúncio foi feito neste domingo (22) pela sede das redes sociais, e segue as medidas semelhantes adotadas pela Netflix e Google.
“Para ajudar a limitar um potencial congestionamento da rede, reduziremos temporariamente a velocidade binária para os vídeos do Facebook e Instagram na Europa”, declarou um porta-voz do Facebook., Bolívia, depois de o governo pedir que moradores permaneçam dentro de casa como prevenção contra o coronavírus. Reuters/David Mercado - 19.mar.2aracas, Venezuela, durante a quarentena nacional como prevenção contra o coronavírus. Reuters/Manaure Quintero - 19.mar.20
Na quinta-feira (19), a Netflix também anunciou que havia tomado a decisão de diminuir o tráfego em todos os seus fluxos na Europa por 30 dias. Na sexta-feira (20), o Google fez o mesmo com sua plataforma de vídeos YouTube.
Deste modo, os gigantes americanos respondem a uma petição do comissário europeu do Mercado Interno, Thierry Breton.
Breton solicitou na quarta-feira (18) às plataformas de transmissão e aos servidores que tomassem medidas para aliviar a pressão sobre a internet, para facilitar o trabalho à distância e a educação online durante o período de confinamento imposto nos países da Europa para lutar contra a propagação da epidemia do COVID-19.
A obrigação de estarem confinados e o trabalho em casa aumentaram o tráfego na internet, destacou o comissário.
Breton pediu às plataformas de transmissão que “cooperem com os provedores de telecomunicações para adaptar a velocidade da transmissão contínua de vídeo, propondo temporariamente a definição padrão em vez da alta definição, levando em consideração as horas de trabalho mais críticas”.
AFP

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