Empresa tenta impugnar edital para obra do ‘calçadão’ na avenida Getúlio Vargas em Monlevade - TV Canal Dom Silvério

Empresa tenta impugnar edital para obra do ‘calçadão’ na avenida Getúlio Vargas em Monlevade

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A Unibloco Construtora Ltda entrou com pedido de impugnação do edital da concorrência para revitalizar os passeios da avenida Getúlio Vargas. Orçada em R$ 1.757.986,06, a obra foi apelidada de “calçadão” de João Monlevade, por estar na mais importante área comercial da cidade. 
A empresa é a mesma que impugnou o edital de licitação para reforma do telhado do Velório Municipal, no bairro José de Alencar. Essa nova tentativa de impugnação usa argumento semelhante à outra, alegando que a Prefeitura não incluiu nos valores para execução da obra os gastos das empresas com “administração local”.
Esse item abrange custos como manutenção de pessoal técnico, administrativo e apoio, além de equipamentos de proteção e controle de qualidade. Isso quer dizer que as empresas que participam da disputa teriam que montar uma estrutura de trabalho, sem que os gastos com estes custos estivessem inclusos no valor da licitação.
No caso do Velório Municipal, a Prefeitura teve que suspender a licitação para corrigir o edital, e incorporar aos custos da obra o valor a ser gasto com a “administração local”. Com isso, a licitação do velório foi adiada em um mês e o custo com a reforma do telhado aumentou de R$ 41.500,80 para R$ 59.465,21, um acréscimo de R$ 17.964,41.
Como a impugnação do calçadão é similar à do velório, há chance de que a Prefeitura suspenda o edital da revitalização da Getúlio Vargas, para retificar o documento e acrescentar o item reclamado pela Unibloco. Caso isso ocorra, a licitação poderá sofrer atraso e ser adiada.
Com previsão para ser executada em seis meses, já era difícil que a obra do calçadão fosse concluída no atual mandato da prefeita Simone Moreira (PTB). Porém, a obra do velório também tinha previsão para durar seis meses, mas com a retificação do edital a Prefeitura diminuiu o prazo de execução para dois meses, provavelmente para entregar os reparos ainda durante seu mandato. O mesmo pode ocorrer com o calçadão. Saiba mais na edição de hoje.

Fonte: @diariodeitabira 

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